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Desacelerando e Cut-off - posição da borboleta
18/03/2016, 22:33
Resposta: #11
RE: Desacelerando e Cut-off - posição da borboleta
Sim, o trajeto é o do trabalho. Como o carro entrou em uso a partir de 14 de dezembro, as condições climáticas e atmosféricas não foram muito diferentes entre os dois combustíveis.

Dirigi o carro sempre da mesma maneira, quero gastar o mínimo possível nos deslocamentos, então presto bem atenção a essas coisinhas.

O estranho, ou curioso, é que para manter a mesma velocidade houve essa diferença do tanto que tenho que pisar no acelerador, mínima como eu citei, mas nunca que eu iria imaginar isso.

Meu próximo tanque será de gasolina novamente, e obviamente vou atentar bem a esse comportamento.

Piscada
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19/03/2016, 01:50 (Resposta editada pela última vez em: 19/03/2016 01:53 por Leovza.)
Resposta: #12
RE: Desacelerando e Cut-off - posição da borboleta
Os carros antigos com acelerador a cabo o motor é "burro" ele só sabia acelerar, e a injeção ficava compensando, é a famosa leitura 0-100%, com o advento do acelerador eletrônico a coisa ficou mais controlada e o motor passou a interpretar o comando do acelerador o que já permitia manipular a abertura da tbi para ter o melhor desempenho, pe embaixo não queria dizer borboleta 100% aberta, e nisso não estava incluso só desempenho e sim níveis de emissões e conforto que faz com que nem sempre pareça a melhor solução porém é uma evolução e explorado em vários níveis, um motor do nível do Up! Seja ele MPI ou tsi já é bem mais complexo, feito com tecnologia recente, abertura da borboleta, injecao ou mesmo a pressao da turbina são coisas independentes processadas por uma ecu bem complexa, carros turbo monitoram a pressão da turbina já faz tempo porém é praticamente uma novidade a ecu ditar a pressão que a turbina vai funcionar, por isso da falta do espirro da turbina, visto esse nível de controle, não se tem mais leitura óbvia dos componentes do motor, onde antes poderia ser um erro, poderia provocar uma quebra eminente, hoje é possível e com ótimos resultados, caso da tbi , na saveiro que não tem muita potência ou é reconhecida pela modernidade mecânica você já tinha algo diferenciado da média, enquanto em alguns carros você precisa acelerar mais, nela mesmo em alta velocidade bastava andar "na casquinha" para manter a velocidade, você tinha até uma falsa sensação de potencia, aquele conforto de manter a velocidade acelerando pouco porém se afundasse o pé pouca coisa mudava pois certamente a tbi já estava fazendo uma compensação para atender a demanda que ela identificava na pressão do acelerador.
Até mesmo o sistema de reconhecimento de combustível do Up Tsi, que é feito antes da queima é baseado e que a partida a frio é feita em altíssima pressão, é uma tecnologia recente e também permite o motor se comportar diferente pois ele sabe o que vai queimar com mais precisão e com isso em teoria pode se preparar melhor.

Nem tudo também é complexo, partida a frio sem tanquinho, último biscoito do pacote ou só vergonha na cara?
Se você já viajou para algum país frio e teve curiosidade de olhar peças de carro vai ver algo curioso, até em supermercado você encontra uma espécie de vela porém ao invés de ter o filamento da centelha, é um cubo fechado na ponta, o que isso faz? Pré aquece o diesel para fazer o carro ligar no inverno, novidade? Nenhuma, existe há décadas, coisa de carro velho, e hoje lançam carros flex com uma nova tecnologia que é absolutamente a mesma coisa, pré aquece o combustível antes dele ser injetado. Será que gastaram milhões para chegar a essa conclusão ou simplesmente incorporaram ao projeto essa tecnologia óbvia?
Porem os velhos motores que estão por aí até hoje não foram projetados para isso, e por isso são claras adaptações para flex, é necessário refazer a linha de combustível no cabeçote, flautas reprojetados e etc, mais fácil colocar um tanquinho de 600ml de gasolina, uma bomba para pressurizar e injetar nas flautas o combustível e continuar com o mesmo motor de lá de antigamente.
já tive carro que cheguei a ver a gasolina borbulhando no tanquinho de tão quente (tirando que isso nunca seria uma boa ideia, transforma a gasolina em uma lama que vai sujar os bicos injetores), um Corolla já me deixou na mão, etanol no tanque e tanquinho vazio, mesmo não estando muito frio, o carro não pegou de jeito nenhum, ele se recusava a injetar etanol do tanque que faria o carro pegar sem dificuldades, já na Vw, nunca coloquei uma gota de combustível no tanquinho, no inverno custava um pouco mais para pegar e a primeira saída ele até podia engasgar mas preferia assim a ficar com gasolina velha sujando meus bicos injetores porque o tanquinho fica um nojo com o tempo.
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20/03/2016, 18:35
Resposta: #13
RE: Desacelerando e Cut-off - posição da borboleta
Leovza, essa resposta era para algum outro tópico? Eu não entendi a relação com o assunto deste... Confuso
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21/03/2016, 10:57
Resposta: #14
RE: Desacelerando e Cut-off - posição da borboleta
No meu White TSi também visualizei essa pequena abertura do acelerador via Torque Pro e o outro software que uso. Isso com Gasolina, etanol ou "rabo de galo" rsrs.
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23/03/2016, 16:06
Resposta: #15
RE: Desacelerando e Cut-off - posição da borboleta
Boa, Otávio!...

Ontem, voltando do trabalho, meu mostrador indicava 19% de carga, a 80 km/h no plano... não havia nada de vento (trecho da Dutra junto ao centro de Guarulhos).

Mas me lembrei que o mostrador do combustível (etanol) já havia chegado no 1/4... sei lá o quanto isso pode representar em mais ou menos carga no acelerador, pensando em coisas como eficiência da inércia quando mais cheio ou mais vazio, ainda não pude atentar a isso...
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23/03/2016, 20:36
Resposta: #16
RE: Desacelerando e Cut-off - posição da borboleta
A relação peso/potência tem influência sim, quanto menor o peso (no seu caso do combustível) ,menor a quantidade de cv necessário para manter a mesma velocidade .
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23/03/2016, 22:39 (Resposta editada pela última vez em: 23/03/2016 22:42 por maraccini.)
Resposta: #17
RE: Desacelerando e Cut-off - posição da borboleta
Numa conta rápida com 1/4 de tanque e com etanol o carro está entre 3% e 3,5% mais leve uma perda em relação a quando estava com tanque cheio de + ou - 31,5 kg .

37,5 litros de etanol gasto !
Peso etanol hidratado 0,810 kg por litro .
Abraço
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24/03/2016, 10:24
Resposta: #18
RE: Desacelerando e Cut-off - posição da borboleta
Era uma conta assim que eu vinha fazendo... o que ainda não consegui perceber é se essa diferença de peso também se transforma nesses 1 ou 2 por cento de diferença na abertura da borboleta...

Lembrando que eu observo isso em trechos planos, e em velocidade constante (80 km/h, às vezes 90)... com tanque cheio, o carro tem uma inércia um pouquinho maior que com tanque mais vazio. Mais vazio, eu preciso teoricamente usar menos acelerador, mas mais vazio também tem menos inércia, ficando o movimento do carro mais dependente do motor mesmo.

Em subidas, o tanque mais vazio resulta em menos necessidade de acelerador bem mais perceptivelmente... tem um trecho em subida leve da av. Salim Farah Maluf onde há um detector de placas, e talvez de velocidade, bem onde começa a aumentar a subida, e a velocidade é de 50 km/h. Depois que passo esse detector, ainda em 5ª marcha acelero um pouco, cuidando da abertura... tanque cheio a abertura vai "meio rebelde" lá para os 45~50% (é duro entender e controlar esse comportamento!), e com o tanque mais vazio, ela normalmente não passa dos 35%...
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25/03/2016, 03:34
Resposta: #19
RE: Desacelerando e Cut-off - posição da borboleta
Um carro aspirado em São Paulo e região que tem 700 a 770 metros de altitude em relação ao nível do mar perde de 7cv a 8 cv em relação a potência medida no litoral .

O ar tem uma composição de gases fixa mas em grandes áreas metropolitanas tem vários gases eliminados por carros e industrias (CO2, aldeidos, nitratos, enxofre, particulados, etc) então muda a proporção dos gases por volume então o ar fica menos rico em oxigênio o que altera o desempenho pois perde potência e aumenta o consumo tb. Isso sem considerar uma inversão térmica !

Então em São Paulo o Up MPI (aspirado) perde até 10 cv mas não o peso e a relação peso/potência  se altera e como fica mais fraco qualquer alteração atmosférica ou de peso (redução por gasto do combustível ) é sentinda !! 

Para manter velocidade constantes é necessário uma certa quantidade de cv e com o aumento da velocidade a quantidade de cv cresce exponencial !

Claro que depende sempre do peso do carro mas de forma geral  para manter 100 km/h são necessários entre 32,5 e 34 cv, agora para manter 160km/h são necessário quase 2,5 X  mais potência que a 100 !  perto de 80 cv , para 200 km/h  precisa ter 4X  mais potência do que para andar a 100 ( 140 a 150 cv ) .

Então a alteração de 80 km/h para 90 km/h apesar de pequena a quantidade de cv necessário não sendo linear deve precisar de 5 a 7 cv  (estou com preguiça e sono para procurar nos  livros)  para isso e em um carro que já não está com sua potência total  (pela explicações acima) .

Espero ter ajudado um pouco para resolver sua idéias .

Mas ainda acho que uma diferença de 50 a 200 rpm no pico de torque e potência para combustíveis diferentes pode explicar e é bem plausível e esperado !!
Abraço
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09/08/2016, 11:00
Resposta: #20
RE: Desacelerando e Cut-off - posição da borboleta
Bom dia! Desculpe desenterrar o tópico, mas encontrei aqui muitas informações relacionadas a minha dúvida. Vamos lá! Meu carro é um fiesta 97 motor Endura pra minha sorte ele tem conector OBD2, então resolvi compar um desses adaptadores bluetooth e conectar com o aplicativo TORQUE PRO no meu smartphone, agora tenho um computador de bordo no fiestinha hehehe, minha dúvida é sobre posição da borboleta e CUT-OFF, com o carro em marcha lenta o acelerador está indicando entre 14 e 15% de abertura e quando piso até o fundo só alcança 90%, pela a lógica deveria começar de 0% à 100%? Porque no TBI tem um pequeno furo acredito que serve para mante-lo em marcha lenta. E o CUT-OFF só está acontecendo acima dos 80 km/h, ser a problemas no TPS? Vou tentar gravar um vídeo novo pra esclarecer melhor.
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